Licença Médica pelo INSS: Como Funciona o Auxílio-Doença e Quando Começa a Contar

Licença Médica pelo INSS: Como Funciona o Auxílio-Doença e Quando Começa a Contar é um tema essencial para trabalhadores que enfrentam problemas de saúde e precisam se afastar temporariamente das atividades laborais. A chamada licença médica é o meio legal de garantir a recuperação física e emocional, com proteção do emprego e renda. Em 2025, o processo de concessão do auxílio-doença, também conhecido como benefício por incapacidade temporária, passou por ajustes no sistema de atendimento digital, facilitando o acesso — mas também aumentando a exigência de documentação correta. Neste guia, explicamos quem tem direito ao benefício, como funciona a contagem de dias, e o que fazer se o INSS negar o seu pedido. 1. O que é o auxílio-doença? O auxílio-doença é um benefício pago pelo INSS ao segurado que ficar temporariamente incapaz de trabalhar por mais de 15 dias consecutivos, seja por motivo de doença comum, acidente de trabalho ou condição de saúde mental. É regulamentado pela Lei nº 8.213/91, e exige que o trabalhador seja avaliado por perícia médica do INSS para comprovar a incapacidade. 2. Quem tem direito ao benefício? Têm direito ao auxílio-doença: Trabalhadores com carteira assinada (CLT) Contribuintes individuais (autônomos e MEIs) Facultativos (desde que em dia com a contribuição) Empregados domésticos Desempregados dentro do período de graça Requisitos básicos: Ter qualidade de segurado Ter cumprido a carência mínima de 12 contribuições mensais Apresentar laudo médico comprovando a incapacidade ⚠️ Nos casos de acidente de trabalho, não há exigência de carência. 3. Quando começa a contar a licença médica? A contagem da licença médica depende do vínculo empregatício: Empregado CLT: os primeiros 15 dias de afastamento são pagos pelo empregador. A partir do 16º dia, o pagamento passa a ser feito pelo INSS. Contribuinte individual, MEI e desempregado: o auxílio começa a contar a partir da data do pedido ou da data de início da incapacidade, conforme análise da perícia. 📌 Importante: o benefício não é retroativo se o pedido for feito fora do prazo — por isso, é essencial solicitar assim que a incapacidade for identificada. 4. Como solicitar o auxílio-doença em 2025 Passo a passo no Meu INSS: Acesse meu.inss.gov.br e faça login com sua conta gov.br Clique em “Benefícios” > “Benefício por Incapacidade Temporária (Auxílio-Doença)” Escolha entre perícia presencial ou análise documental (sem perícia) Anexe os seguintes documentos: Laudo médico atualizado e assinado Atestados, exames, receitas Documento de identificação com foto Acompanhe o andamento do processo pelo próprio portal 💡 Se for concedido, o INSS informa a data de início do benefício, o valor e a duração da licença. 5. O que fazer se o benefício for negado? Infelizmente, o INSS ainda nega muitos pedidos por erros formais, documentos incompletos ou ausência de detalhes técnicos no laudo médico. Se isso acontecer, você pode: Apresentar recurso administrativo no Meu INSS (prazo de até 30 dias) Solicitar nova perícia médica Ingressar com ação judicial com pedido de liminar, caso a negativa seja injusta A Justiça tem reconhecido diversos casos de concessão indevida por falhas no sistema ou laudos técnicos ignorados. Conclusão A licença médica pelo INSS, por meio do auxílio-doença, é essencial para garantir que o trabalhador se recupere com tranquilidade, sem perder o vínculo empregatício ou a renda mensal. Compreender os prazos, a documentação necessária e o momento certo para solicitar o benefício pode evitar atrasos, negativas e prejuízos financeiros. Em caso de indeferimento, buscar orientação jurídica é o melhor caminho para garantir o seu direito. Perguntas Frequentes (FAQ) 1. Preciso estar empregado para pedir o auxílio-doença? Não. Basta ter qualidade de segurado e cumprir a carência exigida. 2. Quanto tempo demora para o INSS analisar o pedido? O prazo médio é de 30 dias, mas pode variar conforme a região. 3. Posso continuar contribuindo enquanto estou afastado? Sim, especialmente no caso de contribuintes individuais e facultativos. 4. E se eu voltar ao trabalho antes do fim do benefício? Você deve informar ao INSS e ao empregador. O benefício pode ser encerrado. 5. Posso receber o auxílio-doença e trabalhar ao mesmo tempo? Não. Qualquer atividade remunerada pode cancelar o benefício e gerar devolução dos valores recebidos. 📣 Precisa de ajuda para solicitar o auxílio-doença ou teve o benefício negado? No Urbano Ribeiro Advogados Associados, auxiliamos trabalhadores a obterem seus benefícios do INSS, inclusive em casos de negativa injusta ou perícia contestada. Nossa equipe está pronta para defender seus direitos. 📲 WhatsApp: 👉 Clique aqui para iniciar uma conversa 📘 Leia também no nosso blog jurídico conteúdos completos sobre o INSS e direitos dos trabalhadores.
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Licença para Serviço Militar Obrigatório: Como Fica o Contrato de Trabalho?

Licença para Serviço Militar Obrigatório: Como Fica o Contrato de Trabalho? é uma dúvida frequente entre jovens convocados pelo Exército, Marinha ou Aeronáutica que já estão inseridos no mercado formal de trabalho. Muitos não sabem como comunicar a empresa, se o contrato será encerrado ou quais garantias possuem durante o período do serviço militar obrigatório. A legislação brasileira prevê essa situação e protege o vínculo empregatício durante o cumprimento do serviço militar, garantindo a suspensão do contrato e o retorno ao emprego ao fim da convocação. Neste artigo, explicamos como funciona a licença militar, quais os direitos do trabalhador e como agir para preservar sua posição no mercado. 1. O que é a licença para serviço militar? A licença para serviço militar obrigatório é o afastamento do trabalhador formal convocado para as Forças Armadas. Trata-se de um direito previsto na Constituição Federal (art. 143) e regulamentado pelo artigo 472 da CLT, que estabelece a suspensão do contrato durante o período de incorporação. Esse afastamento é obrigatório para a empresa e não configura motivo para demissão ou prejuízo ao trabalhador. 2. Quem tem direito à licença militar? Essa licença é concedida a: Homens entre 18 e 45 anos convocados pelo serviço militar obrigatório Trabalhadores CLT que estejam empregados no momento da convocação Jovens em fase de alistamento ou seleção que forem efetivados no serviço ativo ⚠️ A empresa não pode se opor à licença e deve suspender o contrato a partir da data da apresentação do comprovante de convocação. 3. Como fica o contrato de trabalho? Durante o período de serviço militar: O contrato de trabalho fica suspenso O trabalhador não recebe salário, benefícios ou contribuições O tempo de afastamento não conta para férias, FGTS ou INSS Ao fim da convocação, o trabalhador tem direito à reintegração automática ao cargo Segundo a CLT, a empresa não pode contratar outra pessoa em caráter permanente para o cargo suspenso. 4. Direitos do trabalhador durante a licença Garantia de retorno ao mesmo cargo ao fim do serviço militar Suspensão das obrigações trabalhistas e patronais Possibilidade de contribuir ao INSS como segurado facultativo Proteção contra demissão sem justa causa após o retorno, por no mínimo 30 dias O contrato não é encerrado, apenas pausado, e retoma normalmente 💡 Se o trabalhador não quiser voltar ao cargo após o serviço militar, poderá pedir demissão formalmente, sem necessidade de pagar aviso prévio. 5. O que fazer ao ser convocado? Passo a passo: Informe a empresa sobre a convocação por escrito Apresente o comprovante oficial das Forças Armadas Solicite o registro da suspensão do contrato no RH ou setor pessoal Ao término do serviço, reporte sua disponibilidade e solicite reintegração Documente todas as comunicações para evitar conflitos futuros. 6. Problemas comuns e como agir Demissão durante o período de licença: É ilegal. O trabalhador pode ingressar com reclamação trabalhista. Empresa contrata outra pessoa no cargo: Só pode se for em caráter temporário, com retorno assegurado ao original. Negativa de reintegração: O trabalhador tem até 30 dias após o término da licença para solicitar o retorno. Passado esse prazo, a empresa pode considerar abandono de emprego. Desconhecimento do empregador: A falta de informação pode levar a erros administrativos. Por isso, o ideal é formalizar tudo por escrito. Conclusão A licença para serviço militar obrigatório é um direito fundamental do trabalhador brasileiro e garante segurança jurídica e estabilidade ao emprego durante a prestação de serviço às Forças Armadas. A empresa não pode se opor ao afastamento, e o retorno ao trabalho é assegurado por lei. Se você foi convocado ou está prestes a iniciar o serviço militar, não abra mão de seus direitos e comunique corretamente a empresa. Perguntas Frequentes (FAQ) 1. A empresa pode me demitir por ser convocado para o serviço militar? Não. A demissão nesse caso é ilegal e pode ser revertida judicialmente. 2. Tenho direito a salário durante a licença militar? Não. O contrato é suspenso e o salário não é devido. 3. Como faço para voltar ao trabalho após o serviço militar? Informe a empresa por escrito até 30 dias após o término e solicite reintegração. 4. O tempo de serviço militar conta para aposentadoria? Sim, desde que você contribua como facultativo durante o período. 5. A empresa precisa guardar meu cargo? Sim. O cargo deve ser mantido, e a reintegração deve ser feita automaticamente. 📣 Foi convocado para o serviço militar e precisa garantir seu direito ao trabalho? O Urbano Ribeiro Advogados Associados pode te ajudar a formalizar a licença militar, proteger seu vínculo empregatício e exigir reintegração ou indenização em caso de demissão indevida. 📲 Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: 👉 Clique aqui para iniciar uma conversa 📘 Acesse nosso blog jurídico para saber mais sobre seus direitos trabalhistas.
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Licença Não Remunerada: Regras, Riscos e Cuidados ao Solicitar

Licença Não Remunerada: Regras, Riscos e Cuidados ao Solicitar é um tema que tem ganhado destaque entre trabalhadores que precisam se afastar temporariamente do emprego, mas não se enquadram nas licenças previstas na CLT. Seja por motivos pessoais, estudos, viagens ou questões familiares, a licença sem salário pode ser uma alternativa — mas exige atenção a regras específicas. Diferente da licença médica, da licença maternidade ou do auxílio-doença, a licença não remunerada não é um direito automático do empregado. Ela depende de acordo entre as partes e, se mal estruturada, pode prejudicar tanto os direitos trabalhistas quanto a cobertura do INSS. Neste artigo, vamos explicar como funciona a licença não remunerada em 2025, quando ela pode ser usada, quais cuidados tomar antes de solicitar e os efeitos jurídicos do afastamento. 1. O que é a licença não remunerada? A licença não remunerada é um tipo de afastamento voluntário concedido pelo empregador ao empregado, sem pagamento de salário ou outros benefícios durante o período de ausência. Não há previsão obrigatória na CLT que imponha a concessão desse afastamento — ele é permitido desde que haja concordância expressa entre as partes. A licença resulta na suspensão do contrato de trabalho, ou seja: O contrato continua vigente Mas não há obrigações de trabalho ou pagamento durante o período 2. Quando ela pode ser solicitada? Os principais motivos para solicitar uma licença sem remuneração são: Viagem internacional ou intercâmbio Tratamento de saúde pessoal ou familiar sem afastamento médico Acompanhamento de dependente em situações especiais Estudos, pós-graduação ou concursos Questões familiares ou pessoais de longa duração 📌 Importante: a empresa não é obrigada a conceder, mas muitos empregadores autorizam mediante planejamento e bom relacionamento profissional. 3. Como funciona a suspensão do contrato? Durante a licença não remunerada: O contrato de trabalho é suspenso, conforme art. 476 da CLT O empregador não paga salário, benefícios, FGTS ou contribuições O tempo de afastamento não conta para férias, 13º, INSS ou estabilidade A exceção é quando a licença excede 30 dias: neste caso, o tempo não é computado nem mesmo para fins de vínculo empregatício. ⚠️ O empregado também perde a qualidade de segurado do INSS após 12 meses, salvo se contribuir como facultativo. 4. Riscos e cuidados ao solicitar Antes de pedir a licença, avalie: Perda da contribuição ao INSS Perda de benefícios do plano de saúde, vale-alimentação e convênios Suspensão do FGTS e contagem para aposentadoria Possibilidade de não retorno se não houver acordo de reintegração 👉 Se o afastamento ultrapassar 30 dias, as férias adquiridas são canceladas (art. 133, III da CLT). Por isso, é fundamental formalizar tudo por escrito, com prazos, condições de retorno e obrigações mínimas durante a ausência. 5. Passo a passo para formalizar o pedido Como solicitar: Redija um requerimento formal com motivo, período e justificativa Aguarde a resposta da empresa e, se for o caso, negocie os termos Assine um termo de licença não remunerada, com cláusulas claras sobre: Prazo Condições de retorno Efeitos no contrato de trabalho 💡 É altamente recomendável que o documento seja assinado por ambas as partes e registrado no RH com protocolo. 6. O que fazer se a empresa negar? A recusa não é ilegal, já que a licença é opcional. Se a empresa negar: Tente negociar outro tipo de afastamento, como férias ou banco de horas Solicite a conversão de férias em licença parcial Avalie a possibilidade de pedido de demissão com acordo Se a negativa for arbitrária ou se houver tratamento discriminatório entre colegas, o trabalhador pode buscar apoio jurídico para avaliação de eventual abuso de poder. Conclusão A licença não remunerada pode ser uma alternativa viável para trabalhadores que precisam se ausentar do trabalho por motivos pessoais ou familiares, mas exige planejamento, documentação e cautela legal. Antes de solicitar, avalie os impactos no seu contrato, na sua previdência e nos seus benefícios. E lembre-se: o diálogo com a empresa é essencial para garantir um afastamento seguro e tranquilo. Perguntas Frequentes (FAQ) 1. Posso pedir licença não remunerada por qualquer motivo? Sim, desde que a empresa aceite. A CLT permite a suspensão por acordo mútuo. 2. Preciso de advogado para fazer o pedido? Não é obrigatório, mas é altamente recomendável se o afastamento for longo. 3. Durante a licença, posso continuar no plano de saúde da empresa? Depende do contrato coletivo e da empresa. Muitos planos são suspensos. 4. A licença prejudica minha aposentadoria? Sim, se você não continuar contribuindo como segurado facultativo ao INSS. 5. A empresa pode me demitir durante a licença? Sim, mas apenas por acordo ou decisão justificada. A estabilidade não é garantida. 📣 Vai pedir uma licença não remunerada e não sabe por onde começar? O Urbano Ribeiro Advogados Associados pode ajudar você a estruturar seu pedido com segurança jurídica, proteger seus direitos durante a licença e evitar surpresas na volta ao trabalho. 📲 Fale conosco pelo WhatsApp: 👉 Clique aqui para iniciar uma conversa 📘 E leia mais sobre licenças e contratos no nosso blog jurídico.
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Licença para Doação de Sangue: Direito Garantido por Lei e Como Exercer

Licença para Doação de Sangue: Direito Garantido por Lei e Como Exercer é um assunto que une solidariedade e cidadania. Poucos trabalhadores sabem, mas a legislação brasileira assegura o direito a um dia de falta justificada e remunerada por ano para quem realiza doação de sangue voluntária. Além de ser um ato de empatia que salva vidas, a doação de sangue também é protegida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O objetivo é incentivar esse gesto tão nobre, sem que o trabalhador tenha prejuízo profissional ou financeiro. Neste artigo, vamos explicar quem tem direito à licença, como exercê-la corretamente e o que fazer se o empregador tentar desconsiderar a ausência. 1. O que diz a CLT sobre a doação de sangue? O artigo 473, inciso IV da CLT assegura que o empregado pode se ausentar do serviço por um dia, sem prejuízo do salário, para doação voluntária de sangue, desde que comprove o ato. Esse direito: É garantido uma vez a cada 12 meses Vale para trabalhadores com carteira assinada Não exige autorização prévia da empresa, mas deve ser comunicado com antecedência A norma tem como objetivo principal estimular a doação de sangue como ação social e de saúde pública. 2. Quem pode exercer esse direito? A licença para doação de sangue é válida para: Trabalhadores CLT de empresas privadas Empregados domésticos com carteira assinada Servidores públicos (conforme regulamento interno) Trabalhadores em período de experiência (sem distinção) 📌 Atenção: o estagiário e o trabalhador informal não têm esse direito garantido pela CLT. 3. Quantos dias de licença são garantidos? A legislação permite: 01 (um) dia de ausência por ano, sem desconto no salário Esse dia deve ser dedicado exclusivamente à doação de sangue, com registro no hemocentro ou hospital autorizado. Caso o trabalhador realize mais de uma doação no ano, os demais dias podem ser considerados faltas injustificadas, salvo previsão em convenção coletiva. 💡 Importante: algumas categorias podem ter previsão ampliada por meio de acordos ou regulamentos internos. 4. Como funciona a justificativa da ausência? Para que a ausência seja considerada justificada, o trabalhador deve: Informar a empresa com antecedência, preferencialmente por escrito Realizar a doação em um local autorizado pelo Ministério da Saúde Solicitar e apresentar comprovante de doação de sangue, que contenha: Nome completo do doador Data e local da coleta Assinatura e carimbo da instituição Esse comprovante deve ser entregue ao RH ou setor pessoal em até 48 horas após a ausência, para formalizar o registro como falta justificada por doação de sangue. 5. O que fazer se a empresa recusar a licença? Caso a empresa: Desconsidere a falta como justificada Desconte o dia do salário Aplique advertência ou outra penalidade Você pode: Conversar com o setor de RH e reapresentar o comprovante Registrar reclamação junto ao sindicato da categoria Denunciar ao Ministério do Trabalho Buscar orientação jurídica para eventual ação trabalhista por violação de direito 📢 A recusa da licença para doação de sangue é considerada ilegal, e o trabalhador deve ser ressarcido de qualquer prejuízo. Conclusão A licença para doação de sangue é um direito garantido pela CLT, que visa incentivar atitudes solidárias sem prejudicar o trabalhador. Ao fazer esse ato de amor ao próximo, o empregado deve se sentir amparado pela lei e respeitado por seu empregador. Se você pretende doar sangue, informe a empresa com antecedência, guarde seu comprovante e exija seu direito com segurança. E lembre-se: doar salva vidas e inspira outras pessoas a fazerem o mesmo. Perguntas Frequentes (FAQ) 1. Posso doar sangue durante o expediente e não ser penalizado? Sim. A ausência por esse motivo é justificada por lei e deve ser aceita pela empresa. 2. Se eu doar mais de uma vez no ano, tenho direito a mais dias? Não. A CLT garante 1 dia por ano. Outros dias podem ser negociados com a empresa. 3. E se eu doar sangue fora do expediente? Tenho direito ao dia? Não. O direito é para ausência no trabalho no dia da doação. 4. A empresa pode exigir que eu faça a doação em determinado local? Não. Mas o local precisa ser oficialmente habilitado para garantir a validade do comprovante. 5. A falta justificada entra no banco de horas? Não. Faltas justificadas por lei não devem ser compensadas. 📣 Vai doar sangue e teve o dia descontado pela empresa? O Urbano Ribeiro Advogados Associados defende o direito dos trabalhadores à licença para doação de sangue, entre outras licenças legais previstas pela CLT. Se a empresa desrespeitou seu direito, nossa equipe pode ajudá-lo a reverter o prejuízo. 📲 Entre em contato pelo WhatsApp: 👉 Clique aqui para iniciar uma conversa 📘 Leia também nosso blog jurídico para mais informações sobre licenças, direitos e deveres trabalhistas.
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